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Arquivo para a categoria ‘Negócios’

Subway passa McDonald’s e vira a maior rede de fast food do mundo

Subway passa McDonald’s e vira a maior rede de fast food do mundo

 

O mundo do fast food tem um novo líder: a rede de sanduíches naturais Subway, que ultrapassou o todo-poderoso McDonald’s em número de lojas. A Subway informou ao The Wall Street Journal que encerrou 2010 com 33.749 unidades. O número é superior aos 32.737 restaurantes do McDonald’s espalhados pelo mundo.

A briga entre as duas empresas é importante, também, por outro motivo: os grandes problemas enfrentados pelas redes de lanches rápidos nos Estados Unidos. Com a economia abalroada pela crise, os americanos estão deixando de comer fora, ou optando por redes com preços mais baixos.

A saída foi acelerar a expansão em outros países – sobretudo a Ásia. A Starbucks, maior rede de cafeterias do mundo, por exemplo, que pretende triplicar o número de lojas na China. A própria Subway também aposta no crescimento da região e, recentemente, abriu seu primeiro restaurante no Vietnã.

 

Categorias*Home, Negócios

Lucro do HSBC cresce mais de 100% em 2010

O banco britânico HSBC alcançou um lucro líquido de 13,2 bilhões de dólares em 2010 – um aumento superior a 100% ao que foi registrado em 2009. A explicação, segundo a direção da instituição, é a queda das reservas de créditos de risco ao longo do ano.

No ano passado, o lucro do HSBC foi de 5,8 bilhões de dólares, informou a entidade, destacando que o produto líquido bancário (equivalente ao volume de negócios do setor) registrou também uma alta de 3,1%, a 68,3 bilhões de dólares.

Os resultados espectaculares do banco se explicam principalmente pela queda dos gastos com as depreciações dos riscos de crédito, que sofreram uma redução de 47%, a 14 bilhões de dólares, nível mais baixo desde 2006 – antes da crise do “subprime” (créditos hipotecários tóxicos) nos Estados Unidos.

O novo diretor geral do grupo, Stuart Gulliver – que no início do ano substituiu Michael Geoghegan – afirmou que o HSBC se beneficiou de um “início de ano satisfatório, da atividade de empréstimos segue dinâmica, principalmente nos mercados emergentes e de acordo com o nível de trocas globais”.

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Multinacionais do Brasil invadem a Argentina – Economia – Gazeta do Povo

MERCOSUL

Multinacionais do Brasil invadem a Argentina

  • 21/02/2011, 08:20
  • AGÊNCIA ESTADO

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, ignorou as regras do Mercosul e está colhendo os benefícios. Para driblar as barreiras contra os produtos importados, cada vez mais empresas estão se instalando na Argentina. Em 2000, cemcompanhias brasileiras operavam no país vizinho. Hoje são mais de 270. É uma alta de 170%.

Apenas nos últimos meses, cruzaram a fronteira empresas como Baterias Moura e Vicunha Têxtil. As companhias desistiram de utilizar o Brasil como base de produção e exportação para a Argentina, porque o Mercosul não consegue garantir a livre circulação de mercadorias. Com os resultados positivos da estratégia protecionista, o governo argentino está fechando mais o cerco. Na semana passada, elevou em 50%, de 400 para 600, o número de produtos sujeitos a licenças não automáticas de importação – um mecanismo que burocratiza a entrada dos produtos importados.

No fim de 2010, a pernambucana Baterias Moura entrou em acordo com o governo argentino e decidiu instalar uma fábrica em Pilar, a 60 quilômetros de Buenos Aires. A unidade será inaugurada em novembro. Serão investidos US$ 30 milhões e gerados 250 empregos. Além de atender o mercado local, a Moura vai transformar a Argentina em sua base de exportação para os países do Cone Sul.

“Percebemos que era inevitável o fortalecimento da indústria de autopeças da Argentina, por causa do crescimento do mercado local de carros. As medidas restritivas aceleraram a decisão”, disse Elisa Correia, responsável pela área de exportação da Moura. Em uma nota oficial distribuída na semana passada para explicar as novas medidas restritivas, a ministra da Indústria da Argentina, Débora Giorgi, afirmou que “a estratégia de comércio administrado para resguardar os postos de trabalho, deu resultados satisfatórios à nossa indústria, que conseguiu substituir importações no valor de US$ 9,2 bilhões no último ano”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Valor Online: Bats, que prepara entrada no Brasil, compra Chi-X Europe

Vagas em nível gerencial para PR e SP

Segmento: Transportadora

Vaga: Gerente Regional de Vendas Filial

Local: São Paulo, Sul

Responsabilidades: Garantir o cumprimento dos planos de vendas das filiais sob sua responsabilidade. Responder pela coordenação, planejamento, controle e motivação da equipe de vendas, bem como pela conquista e manutenção dos clientes, análise do mercado de atuação, identificando o perfil e potencial de cada região, visando oportunidades de novos negócios, ampliação da área e o cumprimento das metas preestabelecidas. Será responsável pela Região Sul.

Requisitos: Superior completo, desejável pós-graduação.

Experiência anterior como Gerente Regional de Vendas em empresas de transporte rodoviário de cargas.

Faixa salarial: R$ 10.000,00 a R$ 12.000,00

As oportunidades de carreira nos sites de compras coletivas

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Diretor de Expedia é CEO jovem mais poderoso dos EUA

15/02/2011 17:16

Diretor de Expedia é CEO jovem mais poderoso dos EUA

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Nova York – Dara Khosrowshahi, o principal executivo da agência de viagens virtual Expedia, é o mais poderoso CEO de uma companhia americana cotada com menos de 40 anos, segundo cálculos da revista “Forbes”.

A revista publica nesta terça-feira em seu site uma lista dos CEOs mais jovens e poderosos dos Estados Unidos, um cálculo que se baseia no valor de mercado de suas empresas, por isso não inclui o jovem diretor-executivo mais conhecido do país, Mark Zuckerberg, que aos 26 anos controla uma empresa avaliada entre US$ 50 e 80 bilhões, o Facebook.

Levando em conta só as empresas cotadas, a “Forbes” calcula que o CEO mais poderoso é Khosrowshahi, que aos 40 anos precisa responder perante os acionistas de uma companhia com um valor de mercado de US$ 6 bilhões.

Ele é seguido por Lanham Napier, da empresa RackSpace Hosting (US$ 5,04 bilhões em valor de mercado) e Kevin Plank, da Under Armour (US$ 3,56 bilhões).Enviado via iPhone

Oportunidades…

Profissionais com disponibilidade para residir em Goiânia.

Setor: Bebidas

Vaga: Gerente de Processos e Planejamento de Vendas (para Holding do Grupo)

  • Formação Superior Completa com especialização na área de Marketing ou afins;
  • Sólida experiência na parte de processos (criação, controle, melhoria) de marketing e vendas em cargos de gestão
  • Foco em resultados;
  • Disponibilidade para viagens e residir em Goiânia – GO
  • Remuneração em torno de R$10.000,00 – Benefícios: plano de saúde, odontológico, alimentação, bônus, celular, notebook.
  • Responderá diretamente ao Diretor de Marketing da Holding.

Vaga : Diretor de Operações (para nossa empresa de TI)

  • Formação Superior Completa com especialização na área;
  • Sólida experiência em cargos de direção em empresas de TI
  • Conhecimento em SAP;
  • Foco em resultados;
  • Disponibilidade para viagens e para residir em Goiânia – GO
  • Remuneração em torno de R$18.000,00 – Benefícios: plano de saúde, odontológico, alimentação, bônus, celular, notebook.
  • Responderá direto ao Superintendente da Empresa.

Atenciosamente.

Alex Gelinski

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55::41::3322-8093

Rua Ébano Pereira, 11 – Cj. 2001

Curitiba :: Paraná :: Brasil 80.410-240

Valor Online: Shell acelerará planos de investimento no Brasil para elevar produção

No Boticário, 200 sucessões em dois anos

14/02/2011 05:55
por Lucas Amorim

No Boticário, 200 sucessões em dois anos

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Passar sem cicatrizes por uma sucessão é tarefa difícil para qualquer companhia. Quando a troca acontece dentro de uma empresa familiar, sujeita a eventuais disputas financeiras e emocionais que passam de geração para geração, a chance de ocorrerem conflitos só aumenta. Os executivos do Boticário, maior rede de lojas de cosméticos do mundo, com vendas de 4 bilhões de reais em 2010, estão neste momento diante da missão de evitar que o processo sucessório comprometa o futuro do negócio — um desafio multiplicado por duas centenas de vezes.

Nos próximos dois anos, 200 de seus 960 franqueados estarão envolvidos em algum estágio de sucessão familiar. Até 2020, 80% deles pretendem passar o comando operacional de suas lojas para a geração seguinte. O envelhecimento dos franqueados — cuja idade média hoje é 49 anos — é uma etapa delicada e inevitável no modelo criado há três décadas pelo fundador do Boticário, o bioquímico boliviano, naturalizado brasileiro, Miguel Krigsner. Juntos, os franqueados comandam 2 910 das 2 980 lojas da rede em dez países e representam a maior parte das receitas da companhia. (Alguns deles, com várias lojas, chegam a faturar até 120 milhões de reais por ano.) “Ajudar os franqueados a passar sem traumas por esse processo é fundamental para nossa própria sobrevivência”, diz Artur Grynbaum, presidente do Boticário.

Preparação

Embora fosse uma questão com a qual cedo ou tarde os executivos da rede teriam de lidar, a discussão da sucessão em massa só se tornou concreta quando o próprio Boticário passou por uma mudança de geração, em 2008. Cunhado de Krigsner e executivo com 20 anos de experiência no grupo, Grynbaum passou por uma preparação de seis anos antes de assumir a presidência, aos 38 anos de idade. Sua rotina preparatória incluía reuniões semanais com seu antecessor e visitas conjuntas às lojas. Para a transição dos franqueados, Grynbaum organizou um processo semelhante. No início de 2010, dez executivos do Boticário e profissionais da consultoria de empresas familiares Höft foram chamados para desenhar um programa de preparação de herdeiros. A primeira dificuldade, segundo Grynbaum, foi a falta de referências no Brasil para buscar inspiração.

Por enquanto, as trocas de comando em outras redes de franquias foram concluídas a conta-gotas. O McDonald’s, por exemplo, fez apenas uma sucessão entre seus 62 franqueados, no Rio de Janeiro. O processo seguiu o modelo adotado nos Estados Unidos: para ganhar o direito de operar uma loja da rede, o filho do franqueado foi entrevistado por quatro diretores e pelo presidente da companhia. Depois, passou por um treinamento de 11 meses que incluía a fritura de batatas. A dimensão do projeto, com várias histórias, famílias e pessoas envolvidas, foi o segundo obstáculo encontrado por Grynbaum. “É o programa mais organizado já feito no Brasil e vai servir de referência para outras companhias”, diz Ricardo Bomeny, presidente da Associação Brasileira de Franchising.

Com tantas sucessões à vista, o Boticário coordenou as transições no atacado. Um curso com duração de dois anos foi montado para reunir de uma só vez dezenas de franqueados. O projeto foi apresentado à rede em setembro, na convenção anual do Boticário, realizada em Campinas, no interior de São Paulo, e a prioridade será dos 200 herdeiros de franquias que planejam a sucessão para os próximos dois anos. Desses, 60 iniciarão um curso em março, com formatura prevista para o fim de 2012. (Os demais 140 franqueados deverão iniciar o curso ainda neste ano.)

O programa envolverá aspectos como gestão de pessoas e análise da concorrência. As aulas, que vão acontecer em Curitiba, na sede da companhia, serão divididas em módulos semestrais, cada um deles com três dias de duração. Quem for aprovado ganhará o direito de suceder seus pais. Para os reprovados, o Boticário pode dar uma nova chance ou escolher um substituto por conta própria. Caso não existam sucessores, o atual dono da franquia terá de vendê-la quando deixar o negócio. A ideia, porém, é preparar o grupo de modo a atingir o máximo de aprovação. “Manter a franquia dentro da mesma família é mais rápido e menos arriscado do que buscar um novo franqueado”, diz Adir Ribeiro, da consultoria Praxis Education.

Expansão

Boa parte dos candidatos cresceu dentro das lojas do Boticário e conhece detalhes que um novo franqueado levaria anos para aprender. É o caso do paulista André Rieger, de 25 anos. Há 15 anos, sua mãe, Gisela Heitzmann, abriu a primeira de quatro lojas do Boticário em Osasco, na Grande São Paulo. Formado em relações públicas e com especialização em marketing, Rieger já passou por todas as funções nas lojas. Agora espera a conclusão do curso de sucessão para assumir de vez a operação. Sua mãe já planeja a aposentadoria. “Com a chancela da própria franqueadora, fico aliviada de deixar o negócio”, diz ela.

Em paralelo, o Boticário deve iniciar neste ano o treinamento de potenciais sucessores, hoje na faixa entre os 13 e os 18 anos de idade. Para essa garotada será oferecida uma programação com palestras e visitas à fábrica — tudo para despertar o interesse deles pelo negócio. Para o Boticário, as iniciativas ligadas à sucessão dos franqueados são uma forma de garantir a própria expansão num mercado que movimenta quase 50 bilhões de reais ao ano no Brasil. Em 2011, a companhia deve abrir 100 lojas — e a preferência, como é praxe, será dada aos atuais franqueados. “Conhecer de perto as próximas cabeças dessas operações nos dá segurança para continuar firme nesse modelo”, diz Grynbaum.

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Lan busca fusão com a Tam e promete investimentos no Brasil

LAN mantém plano de expansão no Brasil

Thu, 10 Feb 2011 20:42:00 -0300

Mesmo confiante na aprovação da fusão com a TAM, a companhia aérea chilena LANmantém seu plano de expandir suas operações no Brasil, afirmou hoje o diretor de vendas da empresa para o Rio de Janeiro, Norte e Nordeste, João Araújo. O executivo afirmou que a empresa segue avaliando novos destinos no País e destacou que há oportunidades fora do eixo Rio-São Paulo. No mês passado, o processo de fusão foi interrompido pelo tribunal antitruste do Chile.

Para Araújo, no entanto, isso não deve atrapalhar a aproximação das duas empresas. “Foi uma consulta feita ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) chileno por um órgão semelhante ao Procon”, disse, em analogia aos órgãos brasileiros. “É algo normal e não acredito que vá haver um impedimento”, complementou. Sobre os novos destinos no Brasil, Araújo declarou que a ligação direta entre Foz do Iguaçu (PR) e Lima com quatro voos diários, lançada em janeiro, superou as expectativas da companhia.

Da capital peruana, segundo hub da LAN ao lado de Santiago, a companhia distribui os passageiros brasileiros para outros destinos internacionais. No mês passado, a empresa também lançou uma ligação direta entre o Rio de Janeiro e Santiago. Antes, os passageiros que embarcavam na capital fluminense tinham de passar por São Paulo para chegar ao Chile.

Na avaliação do executivo, caso aprovada, a fusão com a TAM abriria para a LAN a possibilidade de utilizar o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, como um terceiro centro de distribuição de passageiros. De acordo com Araújo, o aeroporto brasileiro seria complementar aos outros dois hubs da LAN. As declarações foram dadas em um evento onde a empresa apresentou a agentes de viagem seu programa de cruzeiros, em parceria com a chilena Skorpios.

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Valor Online: Renault retoma lucro e coloca Brasil entre mercados prioritários

Valor Online: Custos relacionados à Cadbury afetam lucro da Kraft Foods

Emprego no setor automotivo é o maior desde 1990

Emprego no setor automotivo é o maior desde 1990

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Franquia de sorvetes Cold Stone chega ao Brasil em agosto

Franquia de sorvetes Cold Stone chega ao Brasil em agosto

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